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segunda-feira, 24 de março de 2014

O fim de uma era... e o início de outra

05/11/2013. Essa foi a data em que me despedi da companheira Brigitte, parceira de muitos rolês, estradas ou passeios, sempre muito bem acompanhado. Nunca me deixou na mão, não tenho o que reclamar. Foram muitas ideias, muito $$ investido... muitas alegrias que mesmo depois de alguns meses, a saudade é grande. Deveria haver um código de honra, uma regra, ou algo semelhante para que se um dia você tiver uma Sportster, não seja obrigado a vendê-la para comprar outra... :) Mas a vida continua e os gastos na mesma proporção. Não seria nada viável manter duas motos por puro luxo ou apego. Os bens materiais vão, sempre vão. E existem várias formas de irem. A Brigitte foi para ser substituída, um upgrade momentâneo, mas sua alma estará sempre presente e sempre será lembrada como a primeira Harley. E me perdoem esse "chavão" tosco, a gente nunca esquece da primeira Harley...

Essa é a Bree. Que Deus nos proteja nessa nova jornada.

 

domingo, 2 de junho de 2013

110 anos de Harley-Davidson

Dia 01/06/2013, essa foi a data escolhida do Brasil para a comemoração de 110 anos de HD. Ao redor do mundo essa comemoração está ocorrendo desde o ano passado finalizando em 30 de agosto em Milwaukee.

Para iniciar o dia, como de costume, encontro as 10:00 no Shell da Praça Panamericana, Ponto de Encontro dos Coisa Ruim.



Na sequência, fomos até a ABA HD ver se tinha algum resto de café da manhã e claro, nem o café frio da jarra já não tinha mais.





Chegamos na concentração no meio do sambódromo e sol estava em alta. Eram aproximadamente 13:30 e tinha pelo menos uma hora de espera até o horário oficial da saída. Para quem já está acostumado a esses tipos e eventos, nenhuma novidade. Uma quantidade absurda de Harleys do Brasil inteiro esperando por esse momento.

Minha opinião... Comprei o ingresso mas depois que vi o que viria, fui embora. Uma estrutura muito tosca de "túnel do tempo" para mostrar a história da marca, um stand para sentar nos modelos atuais e o palco lá no fundo. Poderiam ter trazido alguma banda gringa para essa comemoração que ao meu ver foi mais um show de rock do que um evento de comemoração. E mais uma vez, o que acaba realmente importando para mim é essa volta por São Paulo. Nenhuma, mas nenhuma marca do mundo consegue fazer isso.






sábado, 15 de setembro de 2012

O dia que encontrei um Davidson

O início de 2012 começou muito bem para mim. Precisei ir a Chicago num treinamento pela empresa e resolvi dar uma esticada até Milwaukee no Museu da Harley. Cheguei em Chicago no voo direto da United logo pela manhã. Com o carro já reservado, pegamos a estrada em pleno inverno.

Durante o percurso, já sabia da previsão de neve por lá e claro, a estrada poderia não estar muito boa. E realmente, peguei uma das piores nevascas da minha vida. A estrada estava completamente coberta, impossível de enxergar a 200m a frente. Após 20 minutos de viagem a neve começou a piorar e a viagem cada vez mais tensa... Dirigir com neve é muito pior do que qualquer chuva, por mais forte que seja. Além de ter a visão ofuscada, a estrada fica parecendo que está ensaboada e o controle de tração entra em ação nessas horas. 

Chegando em Milwaukee, a neve parou mas a temperatura ficou em torno dos -5C com aquele céu azul e sol forte visto de dentro do carro. Mas claro, frio é frio e ponto. Paramos no Starbucks e aguardamos as 9:00 da manhã para abrir o museu.

A visita do Museu foi um show parte. Toda história da Harley reunida num local único. Várias Harleys de todos os anos, explicando a concepção dos motores, modelos, documentos da época... enfim, passamos uma manhã inteira para percorrer todo o trajeto. Tirei muitas fotos, só me arrependo de não ter levado a minha Nikon mas a Leica não ficou para trás :)

No final do trajeto, estou na recepção, me contentando com aquela última olhada, quando me deparo com um senhor de costas e uma senhora virada para mim. Peraí... eu conheço essa senhora! Parece com a Nancy... esposa do Willie... foi quando esse senhor virou para o lado e eu disse: "Mr. Willie?" Ele não tinha ouvido e tomou um "cutucão" da Nancy, algo como "He's talking with you..." Foi quando ele virou para mim e eu não acreditei. Estava eu ali ao lado do Willie G. Muito nervoso, as palavras fugiram um pouco, mas disse a ele que estava muito emocionado em vê-lo, agradecendo a oportunidade. Ele me perguntou de onde era, falei que era do Brasil e iniciamos uma conversa de uns 5 minutos, sobre a sua visita a Terra Brasilis em 2011. Ele disse que tinha gostado da visita, foi muito bem recepcionado por todos e esperava que a nova "direção" tivesse sucesso para todos fans e proprietários da marca. Pedi uma assinatura no meu folder do Museu e claro uma foto.








sexta-feira, 20 de janeiro de 2012